candidatura 2026 • Acre

ENÉIAS
MARQUES

Candidato a Deputado Federal pelo Acre. Fiscalização do dinheiro público, emprego real e resultado para quem trabalha.

VOTE 1088
Republicanos 10 Chapa Alan 10 Governador / Rico Leite Vice
Enéias Marques, Candidato a Deputado Federal pelo Acre, número 1088, Republicanos

Uma plataforma construída com dados, não com promessa vazia

Esta plataforma organiza a atuação parlamentar em seis eixos, construídos a partir de levantamento de dados públicos, casos concretos de investimento e diagnóstico dos indicadores sociais e econômicos do Acre. Cada eixo mostra o problema e o instrumento real que um deputado federal tem para agir: fiscalização, emenda parlamentar, projeto de lei, requerimento de informação e cobrança direta a ministérios e órgãos federais.

8,2% Desemprego no Acre no 1º tri/2026 — quase o triplo de Santa Catarina
R$150M Consumidos pela Alcoolbrás em verba federal sem nunca produzir
110 mil Acreanos vivem fora do estado, segundo o Censo 2022
23% Das empresas obrigadas cumprem a Lei do Aprendiz no Acre
Plataforma de Propostas

Seis eixos de atuação parlamentar

Toque em cada eixo para ver o diagnóstico e as propostas concretas de mandato.

Diagnóstico: Levantamento de projetos financiados com dinheiro público no Acre revela um padrão recorrente de investimento sem resultado: o complexo Peixes da Amazônia recebeu cerca de R$86 milhões e foi leiloado por apenas R$13 milhões após a falência; a Operação Talha Real investiga R$51 milhões em contratos ligados ao Fundeb na Secretaria de Educação; a antiga Alcoolbrás consumiu R$150 milhões em verba federal (Sudam) nos anos 80 sem nunca produzir; e a fábrica estatal Natex colapsou por depender de um único comprador público.

Propostas de atuação como deputado federal:

  • Requerer à CGU e ao TCU fiscalização anual específica de projetos estruturantes financiados com verba federal no Acre, com prestação de contas pública.
  • Propor auditoria prévia obrigatória para liberação de parcelas em projetos federais acima de R$10 milhões no estado.
  • Cobrar do FNDE/Fundeb transparência ativa (dados abertos) nos contratos de merenda e educação por município.
  • Propor cláusula de diversificação de comprador como condição de financiamento federal em projetos produtivos estatais.

Diagnóstico: O desemprego no Acre está em 8,2% (1º tri/2026), quase o triplo dos 2,7% de Santa Catarina, e a renda média é cerca de 40% menor. Casos como a redução de produção da Coca-Cola por custo logístico (potencial de até 1.000 empregos) e o risco de corte de compras públicas da Acreaves (1.800 empregos) mostram fragilidade estrutural do setor privado local — um problema que o próprio Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE), 25 anos depois, não resolveu: o estado preservou 87% da floresta, mas segue em 26º lugar no ranking de competitividade dos estados.

Propostas de atuação como deputado federal:

  • Buscar incentivo fiscal federal diferenciado para atrair indústria de transformação ao Acre, unindo preservação ambiental e produção.
  • Defender manutenção e ampliação das compras públicas federais de produtores locais, protegendo casos de sucesso como a Acreaves.
  • Propor linha de crédito federal facilitada (BNDES/Banco da Amazônia) com juro reduzido para pequeno e médio empresário acreano.
  • Cobrar da União redução do custo logístico (frete e combustível) para empresas que produzem no Acre.

Diagnóstico: A inflação medida pelo IPCA acumulou entre 3,8% e 4,4% em 12 meses no início de 2026, puxada principalmente por alimentos básicos como feijão, ovo, leite e carne. A reforma tributária, em fase de transição (2026–2033), ainda gera incerteza: o setor de transporte rodoviário de cargas, essencial para um estado isolado como o Acre, estima alta de carga tributária de 19,5% para cerca de 28%, o que pode elevar o custo do frete em até 10% — encarecendo ainda mais produtos que já chegam ao Acre com custo logístico elevado.

Propostas de atuação como deputado federal:

  • Acompanhar e fiscalizar a implementação da reforma tributária para garantir que a promessa de neutralidade de carga não vire aumento disfarçado de imposto, com atenção especial ao frete rodoviário.
  • Defender a manutenção e ampliação da desoneração de itens da cesta básica e medicamentos essenciais nas alíquotas do novo IBS/CBS.
  • Cobrar transparência total na nota fiscal (discriminação de IBS/CBS) para que o cidadão acreano veja exatamente quanto paga de imposto.
  • Acompanhar decisões do Banco Central sobre taxa de juros e seu efeito no crédito e emprego local, cobrando mitigação para pequenos negócios.
  • Propor requerimento de informação e acompanhamento público do impacto da reforma tributária no custo de vida acreano.

Diagnóstico: O isolamento geográfico do Acre é um gargalo histórico: viagens internas que chegam a 18 horas, dependência de uma única rota principal de escoamento, e promessas de obras bilionárias (como a de R$1 bilhão) que se arrastam sem cronograma público. A logística é, na prática, também uma questão de emprego — o custo de transporte é citado diretamente como motivo de redução de produção por empresas como a Coca-Cola no estado.

Propostas de atuação como deputado federal:

  • Cobrar cronograma público e auditável de execução de obras federais de infraestrutura já anunciadas (BR-364, BR-317), com prestação de contas trimestral.
  • Propor emenda parlamentar destinada a trechos críticos de rodovias federais no Acre, evitando pulverização em obras genéricas.
  • Defender estudo técnico federal de viabilidade para diversificação de rotas de escoamento, reduzindo a dependência de via única.

Diagnóstico: A Lei do Aprendiz é cumprida por apenas 23% das empresas obrigadas. No Brasil, 6,2 milhões de jovens estão fora da escola e do mercado de trabalho (os chamados "sem-sem"), com desemprego juvenil de 25,1% entre 14 e 17 anos. No Acre, a evasão em cursos técnicos do Pronatec/IFAC chegou a 53%, mesmo com R$24,9 milhões enviados pelo MEC ao estado em 2025.

Propostas de atuação como deputado federal:

  • Cobrar do Ministério do Trabalho fiscalização mais rigorosa do cumprimento da Lei do Aprendiz por empresas que operam no Acre.
  • Propor incentivo federal (crédito ou desoneração) para empresas acreanas que contratarem jovem aprendiz acima da cota mínima exigida.
  • Requerer informações oficiais sobre os motivos da evasão no Pronatec/IFAC e condicionar repasses do MEC a planos concretos de retenção de alunos.

Diagnóstico: Segundo o Censo 2022, cerca de 110 mil acreanos vivem fora do estado, sendo aproximadamente 34 mil apenas entre 2017 e 2022. Esse êxodo é consequência direta da falta de oportunidades tratada nos Eixos 2 e 5 — não é um problema isolado, mas o resultado visível de anos sem emprego de qualidade e sem primeira oportunidade real para o jovem acreano.

Propostas de atuação como deputado federal:

  • Tratar a redução da migração de acreanos para outros estados como métrica pública de acompanhamento do mandato, ligada diretamente aos resultados dos Eixos 2 e 5.
  • Publicar prestação de contas periódica e acessível ao eleitor sobre o avanço (ou não) desse indicador ao longo do mandato.

Fiscalização de verdade começa com o voto certo

Enéias Marques integra a chapa de Alan 10 (Governador) e Rico Leite (Vice) pelo Republicanos.

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